
Vamos dizer bem de Tomo Sokota. Não por ser jogador do Benfica. Não por ser bom jogador de futebol. Não por ser um jogador correcto em campo. Não por ter revelado tempera ao ultrapassar com esforço lesões graves que têm dificultado a sua carreira.
Mas pela forma digna como soube marcar um golo ao clube onde jogou 17 anos. Não deve ter sido fácil sentir emoções desencontradas ao marcar aquele golo de ontem pelo Benfica ao Dínamo de Zagreb. Marcou e não festejou. Foi de um porte exemplar e mostrou que no futebol indústria e mercantil de hoje também há espaço para o carácter.
Publicado por Jorge Ferreira em novembro 26, 2004 10:49 AM