Ler as biografias seleccionadas para os personagens do concurso da RTP sobre Os Grandes Portugueses, pode revelar-se um exercício verdadeiramente esotérico. Por exemplo, sobre o Marquês de Pombal, alguém escreveu que ele foi "um clone do totalitarismo". Eu já sabia que o Marquês teve visão, sendo à sua maneira um homem não do seu tempo, mas muito adiantado e Lisboa é a melhor prova disso. Mas considerar Sebastião José um clone do que quer que seja, é um bocado ridículo, não?
Publicado por Jorge Ferreira em outubro 15, 2006 11:04 PMeheheheheheh
Clone dos Restauradores, ou da Praça da Figueira?