A propósito da extinção, que venho defendendo, do aberrante Ministério da Cultura, escreveram o Miguel Castelo-Branco e o João Gonçalves, cada um sob seu seu pretexto, mas num ponto convergentes. A exorbitância burocrática e despesista da coisa e a concepção patrimonialista da cultura. A não perder.
Publicado por Jorge Ferreira em outubro 27, 2006 04:06 PM